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Por Danielli Ovsiany Becker – APP-Sindicato/Foz  A poucos dias de finalizar o mandato catastrófico para o funcionalismo público paranaense, mais especificamente para professores(as) e funcionários (as) de escolas, a governadora Cida Borghetti (PP) encaminhou à ALEP na semana passada proposta de alteração à Lei Complementar 103/2004 que trata do plano de carreira do Magistério do estado, exclusivamente no que diz respeito à hora-atividade de professores e professoras. Desde 2008 está em vigor no país a lei do Piso Nacional Salarial para o magistério, que além de garantir, na teoria, o piso salarial da categoria também estabelece que um terço (33%)…

Greiciane Pereira (*) “O dominado não se liberta se ele não vier a dominar aquilo que os dominantes dominam. Então dominar o que os dominantes dominam é condição de libertação”. (SAVIANI, 2007, p. 61). Rechaço a Reforma do Ensino Médio e BNCC em sua integralidade por: 1) Primeiramente, por ser um ataque à Classe Trabalhadora e seus filhos que dependem da escola pública; 2) Segundamente, por esta não ter sido construída junto à comunidade escolar, professores, pensadores e pesquisadores comprometidos com uma discussão séria e necessária não só com relação ao Ensino Médio, mas toda Educação básica; 3) Não representar…

Cátia Castro (*) Companheiras/os da educação, companheiras/os das lutas! Estamos cansadas/os pela falta das horas-atividades que o governo nos retirou; Estamos exaustas/os pelas turmas a mais que tivemos que pegar para fechar a carga-horária em sala, que o governo nos impôs; Estamos exaustas/estressadas e adoecidas com a falta de condições de trabalho (turmas superlotadas, falta de formação pedagógica, aumento da burocracia pedagógica, falta de equipamentos/tecnologias para desempenhar o trabalho); Estamos revoltadas com essa falta de condição para desempenhar o trabalho (vide o uso do RCO sem o devido investimento e oferta de formação), só aumenta a burocracia e o retrabalho…

Vinicius Aurélio (*) Sou professor PSS da rede pública de educação básica do Estado do Paraná, meu vínculo empregatício com o Estado é precário, em forma de contrato temporário sem nenhuma estabilidade e segurança. Além de não contemplar os diversos direitos que deveria ter como educador, tenho colegas que desempenham as mesmas funções que eu, nos mesmos colégios que leciono, que têm tais direitos garantidos pelo Estado, pelo menos no papel. Acredito que há injustiças no trato dos educadores, mas não devemos esquecer que essa diferenciação é colocada pelo governo. Acredito também, que todos os educadores de modo isonômico devam…

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