APP-Sindicato/Foz convoca a categoria para ato em Curitiba

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Manifestação será no Palácio Iguaçu, na abertura do ano letivo da ALEP

Os educadores/as do Paraná realizam ato público em frente ao Palácio Iguaçu, na próxima segunda-feira, dia 05 de fevereiro. Nesta data, a Assembleia Legislativa retoma as sessões plenárias, com a presença do governador Beto Richa (PSDB) ou de sua vice, Cida Borghetti (PP).

A manifestação é para denunciar à população os ataques que os trabalhadores/as da educação vêm sofrendo. A participação da base dos núcleos sindicais é indispensável. A concentração será às 12h30, na Praça Nossa Senhora da Salete (em frente ao Palácio Iguaçu), com encerramento às 18h.

Educadores/as da base da APP-Sindicato/Foz devem fazer a inscrição para o ônibus até quinta-feira, dia 1°, com a secretaria sindical: (45) 3027-1983 e fozdoiguacu@app.com.br. Cada participante receberá do núcleo sindical 02 diárias no valor de R$ 66,86 cada, uma para a alimentação em Curitiba e outra para a viagem.

A saída do ônibus de Foz e região está prevista para domingo, dia 04 de fevereiro. O retorno acontece no dia 05, logo após o término do ato (previsto para as 18h).

Pauta de reivindicação:

a)   Reajuste salarial- Data Base e Piso Salarial Nacional;

b)   Resolução de distribuição de aulas 15/2018: Queremos 1/3 de hora atividade, o fim dos ataques do governo Beto Richa à categoria com punições às/aos educadores que ficaram doentes ou tiveram algum tipo de afastamento legal e pelo direito à greve;

c)   Contra a redução dos salários das/os professoras/es PSS;

d)   Publicação imediata do edital do PDE e o reconhecimento de mestrado e doutorado para fins de avanço na carreira;

e)   Pela equiparação do vale transporte das/os funcionárias/os de escola ao que é recebido pelas/os professoras/es;

f)     Reajuste do vale alimentação;

g)   Pagamento do salário mínimo regional para as/os funcionárias/os que recebem um salário menor que o mínimo regional;

h)   Concurso público para funcionárias/os de escola;

i)     Pela não militarização, autarquização e terceirização das escolas;

j)     Pelo não fechamento de turmas, turnos e escolas;

k)   Contra a aprovação da lei da mordaça (Escola sem partido).

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